O fato é que somos seres portadores de uma entidade chamada vida. Segundo uma definição simplória, a vida é o lapso de tempo entre o nascimento e a morte. Então, por meio da vida, aprendemos a dominar o planeta.
Houve cientistas, que descobriram como produzir mais alimentos, a fazerem e melhorarem medicamentos.![]()
Houve pessoas destinadas a discutir e entender a economia regional e mundial com magnificência e um douto esmero.
Fez-se a política para tratar, pela vontade da maioria, os rumos da nação.
Mas aí não acabaram com a fome e, tão pouco, com os doentes, ou com a miséria do mundo. Fizeram algo pior!
As descobertas foram usadas como chantagem ou desculpa para aumentar o domínio econômico dos mais fortes, e causar maior dependência aos mais fracos.
Você já deve ter lido: “precisamos implantar a democracia e ajudar aquele pais”; “precisamos implantar ajuda econômica aos menos favorecidos”.
Não digo que não precisamos. Somente digo que, tendo em vista o escopo, os menos favorecidos, continuarão menos favorecidos e ainda tornar-se-ão dependentes.
Aí, os inocentes, cegos ou pouco informados acham-nos bons, justos e fraternos.
Quando somos portadores de vida, aos em que resta escassa, lhes são vendidas no formato de esperança, como promessa de campanha.