Trocamos figurinhas
Compartilhamos prazeres
Multipliquei tuas alegrias
Ouvi o som da tua alma
Dancei o teu bolero
Elogiei-te, sincero
Acariciei-te o ego
Dei-te remédio
- Que tédio!
Então fui descartado…
Trocamos figurinhas
Compartilhamos prazeres
Multipliquei tuas alegrias
Ouvi o som da tua alma
Dancei o teu bolero
Elogiei-te, sincero
Acariciei-te o ego
Dei-te remédio
- Que tédio!
Então fui descartado…
Quando alguém acaba de perceber que perdeu algo, pronto! Está institucionalizado um estado mental ímpar. Sua mente obriga os olhos a se arrastarem pelas entranhas obscuras de sua casa e ainda fica te torturando, dizendo frases como: “Onde foi mesmo que coloquei?” “Vamos lá: em qual cômodo eu estava quando carregava aquilo pela última vez?” E por aí vai.
É aí que ao dado objeto surge aquela súbita importância pré-inexistente. A redundância é proposital! Que falta faz não é mesmo? E o pior é que estava ali o tempo todo. Basta precisar que desaparece. E a urgência/necessidade é quase sempre diretamente proporcional à ironia de sua ausência.
Ironia criada por sua mente, incapaz de se lembrar o diabo do canto onde largou o objeto do esquecimento. Talvez esta ironia seja sua única arma, pois ela ainda se lembra da cor da kriptonita e que ela é o ponto fraco do super-homem, uma informação super-útil!
“Mas eu
te amo
queira você ou não”
A-Ha
O que seria comportamento? Temos cinco votos para “comportamento”, mas eu não sei muito bem o que isso pode ou deve significar. Será isso um comportamento meu em relação à palavra comportamento?
Vou falar de beleza. É regra a maneira pela qual o tratamento dispensado a pessoas ditas belas seja considerado desigual às pessoas ditas feias. Ou seja, trata-se ou lida-se melhor com os bonitos e descartam-se ou ignoram-se os feios, horrorosos. Nisso, afirma-se também que os feios acabam que, invariavelmente, sendo mais inteligentes, pois, se contarem com sua sorte, morrerão de fome. Se levada adiante essa linha de pensamento, chega-se à conclusão de que as pessoas feias ou que se fazem feias, são também infelizes, pois aprenderam a pensar e com isso, a também duvidar da felicidade. Que fique claro que resumo todo uma linha de pensamento, também que trato do assunto em linhas gerais, suscetíveis de inúmeras exceções.
Nesse ponto há que se pensar no seguinte: então a maneira de ser feliz é ser bonito, belo? Sim e não. Pra aqueles que acreditam que felicidade “é um shopping ao lado da sua casa”, sim, e isso não é nenhuma recriminação. É uma maneira de encarar as coisas sem razão, ou seja, se sua namorada(o) é um pé no saco que vive brigando contigo apesar de você sempre ter razão e você, porque ela(e) é maravilhosamente linda(o), releva tudo o que ela(e) diz por singulares momentos de sexo, sim, você é um ser felicíssimo que adoraria ter um shopping ao lado da sua casa. Já você que briga com sua(eu) namorada(o), tem razão mas não da o braço a torcer, entretanto se sente péssimo por ficar longe dela(e) apesar de não ter feito nada errado, sim, você está a um ou dois passos da tristeza e infelicidade. Já você que não namora, é praieiro(a), guerreiro(a), solteiro(a) (quer mais o que?) e feio(a), amigo(a), melhor comprar um cachorro, ninguém te ama, ninguém te quer, você é infeliz, contudo, anime-se: você desfrutará de momentos ímpares ao lado de amigos(as), conhecerá coisas jamais imaginadas pelos casais, desfrutará de momentos da mais pura e serena paz jamais conhecida pela raça humana, terá momentos de cortaram seu fôlego e não só de suspiros.
Já você, guri(a) solteiro(a), praieiro(a), guerreiro(a) (quer mais o que?) e bonito, com grana, formado e emprego fixo, tem uma tremenda possibilidade de ser extremamente feliz, até me assusto em pensar numa possibilidade dessas…
Ingredientes
Recheio
1 xícara de creme
de leite fresco
4 colheres (sopa)
de manteiga
2 colheres (chá)
de glucose de milho
450 g de chocolate meio amargo picado
Cobertura
300 g de chocolate tipo cobertura ao leite picado
200 g de pistache picado
Preparo
1 Numa panela, ferva o creme de leite fresco com a manteiga e a glucose de milho. Retire do fogo e junte o chocolate picado. Deixe descansar por cinco minutos e depois misture com uma colher até derreter o chocolate completamente.
2 Transfira para uma tigela grande e leve à geladeira por 45 minutos, mexendo a cada 15 minutos. Retire o recheio da geladeira e, sobre uma assadeira forrada com papel- manteiga, coloque porções de meia colher (sopa) de massa sobre o papel e leve novamente à geladeira por mais 20 minutos. Retire e modele bolinhas com as mãos. Ponha na geladeira por mais dez minutos.
Cobertura
1 Ponha um pouco de água em uma panela e leve ao fogo alto até começar a ferver. Retire do fogo e apóie um refratário com o chocolate picado (não deixe escapar o vapor da água para não entrar em contato com o chocolate).
2 Deixe descansar por cinco minutos e mexa até derreter
o chocolate. Retire do banho-maria e continue mexendo até engrossar um pouco. Ponha no chocolate e retire com um garfo.
3 Deixe escorrer o excesso de chocolate e em seguida coloque sobre o pistache picado. Polvilhe o pistache sobre as trufas até cobri-las e leve à geladeira por dez minutos. Sirva em forminhas de papel.
Na geladeira, as trufas duram até uma semana. Fora dela, cinco dias. Se quiser variar o sabor, cubra-as com coco ralado seco ou nozes moídas.